Arquivos Mensais: abril 2020

E a implantação do Novo PED??

Como é do conhecimento de grande maioria dos participantes dos Planos Petros, o Novo PED, após uma longa etapa de concepção e negociações com Federações, Sindicatos e Entidades, foi aprovado pelo Conselho Deliberativo da Petros, em 20/02/2020.

Sabemos que a ansiedade quanto à sua implantação é muito grande, mas acreditamos que estamos quase lá.

Vale lembrar que, quando da aprovação pelo Conselho Deliberativo, a expectativa inicial era de que todo o processo de aprovação de grande complexidade envolvendo as Patrocinadoras (Petrobras e BR Distribuidora) mais os órgãos reguladores (SEST e PREVIC), fosse concluído em menos de 60 dias para que o Novo PED fosse implantado no mês de abril. “No meio do caminho tinha uma pedra”, como dizia o grande poeta Carlos Drummond de Andrade, e ela se chama COVID-19.

Apesar de ainda não termos o Novo PED aprovado na sua totalidade, podemos afirmar que a Petros, liderada pela figura do seu presidente Bruno Dias, tem-se empenhado ao máximo para que isso aconteça com a maior brevidade.

Nesse sentido, podemos adiantar que hoje a expectativa é muito positiva, visto que durante a nossa última reunião ordinária do Conselho Deliberativo transcorrida na segunda-feira, 27/04/2020, fomos informados que o processo estava sendo finalizado na SEST, o que deve ocorrer ainda nessa semana, restando tão somente a última etapa de aprovação dos órgãos reguladores, que pertence a PREVIC.

Nesse ponto, a notícia também é alvissareira. Um dos passos finais para aprovação, é a formalização do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) pela Diretoria Executiva da Petros e por seus Conselheiros Deliberativos, junto a PREVIC, sendo essa etapa finalizada na data de ontem, 28/04/2020.

Acreditamos que, no máximo, na primeira semana de maio, deveremos ter a aprovação e publicação, pela PREVIC, do Novo PED e com isso teremos a sua implantação ainda no mês de maio.

Como sempre temos dito, o Novo PED trará um alívio nas contribuições extraordinárias.  Tão importante quanto ele, é o processo que a Petros vem conduzindo no sentido de criar Comissões para investigar investimentos que possam ter indícios de má-gestão ou fraude, cumprindo com o dever fiduciário que lhe é conferido, para, a partir daí, caso sejam identificadas irregularidades, ajuizar ações que busquem o ressarcimento desses prejuízos aos cofres da Fundação e, consequentemente, aliviar o pagamento das contribuições extraordinárias. Não obstante, o Conselho Deliberativo da Petros vem acompanhando todo esse processo muito atentamente.

O caminho para reconstrução da Petros é longo, mas os primeiros passos, nesse sentido, estão sendo dados.

Webinar Abrapp reúne dirigentes para analisar cenário e medidas anticíclicas

A Abrapp realizou nesta quinta-feira, 16 de abril, o Webinar sobre o cenário atual e medidas anticíclicas adotadas neste período agudo da crise e a visão geral da conjuntura econômica no curto e médio prazos sob a ótica dos gestores das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e da Previc. O evento reuniu dirigentes de entidades do segmento, entre eles Alexandre Mathias, Diretor de Investimentos da Petros; Jorge Simino, Diretor de Investimentos e Patrimônio da Funcesp; Marcelo Otávio Wagner, Diretor de Investimentos da Previ; Paulo Werneck, Diretor de Investimentos da Funcef; além de José Carlos Chedeak, Diretor de Orientação Técnica e Normas da Previc.

Luís Ricardo Martins, Diretor Presidente da Abrapp, também esteve presente no painel, que teve mais de 500 participantes on-line e contou com a moderação de Sérgio Wilson, Diretor Presidente da Fundação Real Grandeza, e Diretor da Abrapp; e Devanir Silva, Diretor Superintendente da Abrapp. Agradecendo a presença de grandes lideranças das entidades para discorrer sobre o delicado momento, Luís Ricardo ressaltou que a atual crise interrompe um processo de recuperação econômica que vinha ocorrendo no país. “Nessa linha, impressiona a velocidade, mas há uma curva de aprendizado. Não voltaremos a ser iguais, temos um modelo de trabalho, uma nova maneira de se comunicar, e as pessoas vão pensar diferente. Já enfrentamos várias crises pagando benefícios em dia, e o longo prazo vai nos ajudar muito. Esse momento conjuntural vai passar, mas é um momento que se pede serenidade de priorizar pessoas e pensar, antes de mais nada, na sustentabilidade do nosso sistema”, ressaltou. 

Ele reforçou ainda o diálogo com o governo e as medidas emergenciais são discutidas no âmbito do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) e com a Previc. “É um momento de refletir o que pode ser feito pelo participante, e as medidas estão sendo discutidas com coerência, pois precisamos pensar na solvência dos nossos planos. Vamos precisar também de muita flexibilidade nos atos praticados por gestores. Isso conduz o sistema à parceria, podendo ajudar na questão social, macroeconômica, junto com o Estado brasileiro”. 

Cenário – Traçando um panorama econômico afetado pela crise, Alexandre Mathias, da Petros, fez uma apresentação ressaltando que a COVID-19 trouxe uma necessidade de proteger a vida das pessoas e preservar a capacidade do sistema de saúde com o isolamento. “Temos a disseminação rápida da doença, e o impacto econômico não vem da letalidade do vírus, e sim das medidas para preservação”, ressaltou. Para ele, é difícil avaliar o efeito da crise, mas o mundo vinha caminhando para um crescimento melhor, com  perspectivas boas na virada de 2019 para 2020, e a velocidade na mudança de projeções entre fevereiro e março gerou mais de quatro revisões de PIB. “O crescimento global de mais 3,3% está revisando para -3%, enquanto no Brasil permanece uma incerteza sobre intensidade da queda, duração da paralisação e o tipo de retomada”, destacou Mathias.  “Temos cenários de recuperação em V (mais rápida), em U (um pouco mais lenta), em W (recuperação rápida seguida de nova queda), e em L (estagnação, ou seja, cai e não recupera). O cenário favorito é a recuperação em forma de V, com PIB caindo em torno de 3%”, disse. “A recuperação para 2021 seria com 85% do nível do PIB antes da crise”. Ele reforçou, contudo, que esse é um cenário hipotético. “Acho muito cedo para ter convicção e fazer grandes movimentos. Estamos em fase de avaliação”, ressaltou. 

Investimentos – Em termos de investimentos, Mathias deixou a mensagem de aguardar um pouco mais para ter um mapeamento melhor. “Temos que avaliar cenários para ver o risco, mas parece cedo para agir em qualquer direção, pois são mais hipóteses do que afirmação”, complementou.

Na mesma linha de estudo de cenários, Marcelo Otávio Wagner, Diretor de Investimentos da Previ, destacou que o cenário base seria uma retomada no começo do segundo semestre deste ano. Ele reforçou que, mesmo com essa visão, não dá para determinar grandes movimentações no portfólio de investimentos. “Na nosso portfólio de benefício definido, o nível de taxas das NTN-Bs se torna atrativo para alocações. Mas falando da questão anticíclica, nosso ativo é montado com base nos passivos, que são de muito longo prazo”, destacou. 

Wagner ressaltou que a crise é mais aguda quando há uma ausência de liquidez. “O que aconteceu este ano foi a atuação rápida dos Bancos Centrais, minimizando bastante esse problema. Sob a ótica do investidor institucional, o colchão de liquidez funciona como apólice de seguro no período de incerteza, com o fluxo de caixa sempre no horizonte de 12 a 24 meses”, explicou. Para ele, a carteira de ativos de boa qualidade se recupera, e as crises financeiras seguem uma dinâmica em que os preços descem de elevador e sobem de escada. “O ponto de interrogação é se essa subida será em V, U, W, ou mais prolongada até a retomada”, complementou.

Ainda dentro de uma análise de carteiras, Paulo Werneck, Diretor de Investimentos da Funcef, destacou que apesar da duration dos planos ser mais longa no passivo, a redução da taxa de juros no passado fez com que todo mundo fizesse alavancagens além do necessário. “Tenho que olhar a minha capacidade de fazer frente à volatilidade atual. O principal não é olhar principalmente o passivo, e sim adequá-lo com a alocação tática”. Werneck indicou que, em vez de ter uma incisão muito direta, é preciso deixar que as medidas anticíclicas façam efeito na cadeia sem que as entidades alterem a necessidade do fluxo de caixa das empresas com corte contribuições, por exemplo. “Quanto mais eu tiver a segurança do meu passivo, mais terei de capacidade de usar minha liquidez”, complementou. Ele avaliou ainda a atratividade dos preços de títulos públicos. “Por segurança, e dada a incapacidade de fazermos uma previsão de futuro, essa é a melhor alocação nesse instante em função da piora do cenário fiscal. Devemos analisar como serão aprovadas as próximas medidas, mas o segredo desse momento é deixar o movimento anticíclico que o Estado deve fazer, e a partir daí podemos mensurar nosso passivo e fazer as alocações”, ressaltou Werneck.

Ajustes – Jorge Simino, Diretor de Investimentos e Patrimônio da Funcesp, disse que toda crise tem sua especificidade e na atual, há um evento extra-econômico, que é a questão da pandemia. “Justamente por não ser uma crise financeira, há uma circunstância que afeta tanto o lado da oferta quanto da demanda. A resposta deve vir do lado da política monetária e da fiscal”. Traçando um panorama de como o mercado tem se comportando desde o início da crise, com fortes quedas na bolsa de valores e grande velocidade nos ajustes de preços dos ativos, Simino avaliou que as sequelas serão graves na parte de capital de giro e financeira.  Tendo em vista esse cenário, a Funcesp tem procurado fazer um ajuste das posições de risco desde março. “Vendemos ativos, resgatamos no mercado, resultando em uma redução de risco na ordem de R$ 2,6 bilhões”. Simino ressaltou que a entidade não passa por problemas de liquidez. “Tentamos procurar oportunidades que surgem no crédito privado, mas no caso da bolsa, no médio prazo, há de se recuperar, mas dessa vez a recuperação não deve ser rápida”, complementou. 

ALM – Werneck, da Funcef, destacou que o importante é que nenhum movimento atrapalhe um fluxo de caixa da fundação, e que tanto o ALM quanto a política de investimentos terá que refletir a troca de cenário. “Termos que calcular o ALM em função da necessidade de liquidez, e essa revisão está sendo importante. Estamos fazendo ela numa periodicidade muito superior do que era no passado”, destacou. Alexandre Mathias reforçou que a direção do mercado era de comprar mais risco, e no caso da Petros, há uma adaptação na política. “Nossos planos são líquidos por definição, e na medida em que vier uma recuperação, o investimento pensado no longo prazo não pode ter a ansiedade da cota diária. Temos que permanecer tranquilos, avaliar o risco, e não se abalar por um movimento de curto prazo”, ressaltou. “O exercício de ALM é fundamental e tem um desafio sério na estratégia”.  Marcelo Otávio, da Previ, por sua vez, disse que é o momento de fazer ALM e, talvez, uma alteração estratégica. “Dando um enfoque de portfólio de passivo de benefício definido, é preciso olhar a questão da liquidez e o fluxo de caixa. Depois, olhar o passivo e questionar sobre prazo, nível de taxa de juros, indexador, e os conceitos básicos de diversificação, tentando explorar os fatores de risco do portfólio”, disse, reforçando que nessa análise, os portfólios devem ser ajustados paulatinamente. Simino, da Funcesp, ressaltou que é preciso fazer cálculo de ALM de acordo com as dificuldades, avaliando se as relações risco-retorno permanecem daqui pra frente. “Se não permanecem, quais são os novos patamares desses indicadores?”, questionou. 

Governança – Trazendo a visão da supervisão e fiscalização, José Carlos Chedeak, Diretor de Orientação Técnica e Normas da Previc, falou da importância do diálogo e de trabalhar a governança nas EFPC. “Muitas entidades estão em trabalho remoto, a dificuldade é grande em processos de governança, e sob o aspecto de tomada de decisão na alocação de investimentos, podem ser necessários ajustes nas políticas ou nos mandatos terceirizados. Não vejo problema nesses ajustes, pois o mais importante é preservar os ativos e proteger os participantes”, disse.  A grande preocupação é que algumas entidades estejam com problema de liquidez, e para isso, há um monitoramento junto ao CNPC. “Estamos, com cuidado, avaliando medidas que podem ter impacto no sistema, mas em harmonia com políticas do governo”, disse. “Gostaria de ressaltar a importância da agilidade, mas com a devida análise e cautela. Deve-se evitar a precipitação. A Previc está monitorando, pois queremos entender os movimentos para acompanhar de perto as entidades”, complementou Chedeak.

Recuperação – O Superintendente Geral da Abrapp, Devanir Silva, ressaltou que passou por muitas crises no sistema, sendo a mais grave foi em 2008, e alguns fundos importantes tiveram essa visão do longo prazo, com técnicas qualificadas, o foco no compromisso com o passivo, e uma legislação orientadora para diversificação, engajamento na comunicação e flexibilidade de supervisão. “Esses foram os ingredientes que nos levaram a superar esse conjunto de crises”, destacou. O Presidente da Abrapp, Luís Ricardo Martins, reiterou que o pós-pandemia vai chegar e todas as questões de investimentos que tiverem que ser alteradas estão sendo debatidas. “Estamos discutindo temas e buscando medidas sensatas com responsabilidade, e esses debates são feitos nos mais diversos fóruns que a Abrapp ocupa”, complementou.

Fonte: Blog Abrapp – Bruna Chieco

Ação ordinária ou preferencial?

Você sabe do que se trata?

As ações da Petrobras são negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo com os códigos PETR3, ordinárias, e PETR4, preferenciais. Entretanto, você sabe o que significam as ações ordinárias e ações preferenciais? Não é nossa pretensão nos aprofundarmos no tema e não é esse o nosso objetivo, mas sim dar-lhes algumas informações.

Pois bem, as ações ordinárias (PETR3) são assim designadas porque conferem ao titular participação nos resultados da companhia e direito de voto em Assembléia Geral de Acionistas. A cada ação ordinária corresponde um voto.

Já as ações preferenciais (PETR4) são ações que garantem aos acionistas maior participação nos resultados da empresa, mas que não dão direito a voto. A preferência, no caso, diz respeito à distribuição dos resultados, ou seja, os acionistas preferenciais têm prioridade no recebimento de proventos e, em caso de dissolução da sociedade, no reembolso de capital em relação aos demais acionistas. Em geral, são as ações mais negociadas e, portanto, de maior liquidez. Uma das maiores vantagens de comprar ações preferenciais é obter a preferência no recebimento dos dividendos da empresa. Pela lei, os investidores que possuem ações preferenciais têm direito a receber dividendos no mínimo dez por cento maiores do que o valor por ação pago àqueles que possuem ações ordinárias.

Um excelente artigo pode ser encontrado aqui nesse link.

Dever fiduciário

Todo mundo fala que a Petros tem o dever fiduciário e a própria Petros deixa isso bem claro, como por exemplo, numa das notícias publicadas no site, em 06/05/2019: “Petros reconhece como legítimo que os participantes acionem a Justiça, na busca do que entendem ser seus direitos, mas, para cumprir sua obrigação legal e seu dever fiduciário, está recorrendo de todas as decisões contrárias ao plano do equacionamento”.

E você, participante, sabe o que isso significa?

O dever fiduciário nada mais é do que regras para assegurar que todo aquele que administra dinheiro de investidores atua para resguardar os interesses dos beneficiários.

Os deveres mais importantes são:

Lealdade: os agentes devem atuar com boa-fé para resguardar os interesses dos investidores, evitando conflitos de interesse e não atuando para satisfazer seus próprios interesses;
Prudência: os agentes fiduciários devem atuar com especial cuidado, perícia e diligência, realizando investimentos como faria “uma pessoa normalmente prudente”.

Se você quer saber mais, recomendamos esse excelente artigo.

Páscoa é sinônimo de renascimento, de renovação

O nome Páscoa é de origem hebraica, da palavra Pessach que significa “passagem”, e leva esse nome pois antes de ser a festa da ressureição, marcava o final do inverno e a chegada da primavera.

Para os cristãos, a Páscoa simboliza a ressurreição de Cristo decorridos três dias após a sua morte na cruz e por isso é considerada um fundamento da fé cristã.

A Páscoa é como uma esperança viva dada por Deus ao homens e essa esperança está sempre envolvida por muitos símbolos e estão entre eles:

  • Cruz: simboliza a vitória de Jesus sobre a morte.
  • Pão e vinho: representa a vida eterna de Jesus. (em sua última ceia, Jesus ofereceu pão e vinho aos discípulos enfatizando que o pão era o seu corpo e o vinho era o seu sangue).
  • Cordeiro: simboliza Jesus Cristo por ter se sacrificado em prol do seu rebanho.
  • Óleos santos: simboliza o Espírito Santo e são representados pelos óleos sacramentais utilizados no batismo, crisma e em unções de enfermos abençoados por bispos e sacerdotes durante a Missa do Crisma que ocorre na Quinta-feira Santa.
  • Água: utilizada no Sábado Santo, simboliza a pureza e a renovação de Cristo.
  • Coelhos: símbolo da fertilidade. Está associado a capacidade que a Igreja tem de produzir novos discípulos e espalhar a mensagem de Cristo.
  • Ovos de Páscoa: simbolizam o nascimento para uma nova vida já que os cristãos do Oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa com essa intenção.

Nós, conselheiros eleitos, José Roberto Kaschel Vieira e Herval Candido de Souza Filho, queremos desejar a todas as famílias dos participantes do Planos Petros uma abençoada Páscoa de renovação de ESPERANÇA E FÉ em dias melhores, num breve futuro, e que possamos praticar a bondade e o amor que existe dentro de cada um de nós.

Hoje, estamos completando dois meses de nascimento do blog e para nós, essa feliz coincidência com o Domingo de Páscoa, é o momento certo para refletirmos a respeito da missão que nos foi confiada. O nome Renova Petros faz parte desse nosso propósito de ressurgimento de uma nova era na Petros.

FELIZ PÁSCOA A TOD@S!

Boletim de resultados dos Planos Petros – R e NR

Situação em dezembro de 2019

REPACTUADOS

PLANO PETROS – REPACTUADOS
O PPSP-R encerrou o mês de dezembro com 44.341 participantes, dos quais 8.906 ativos e 35.435 assistidos (aposentados e pensionistas). No mês, houve ao todo 160 novas concessões

NÃO REPACTUADOS

PLANO PETROS – NÃO REPACTUADOS
O PPSP-NR encerrou dezembro com 12.045 participantes, dos quais 1.309 ativos e 10.736 assistidos (aposentados e pensionistas). No mês, houve ao todo 30 concessões para participantes não repactuados

PPSP – R44.34178,6%
PPSP – NR12.04521,4%
TOTAL56.386100,0%
ANTES DA SEPARAÇÃO DOS PRÉ-70
ASSISTIDOSATIVOS
PPSP – R79,9%20,1%
PPSP – NR89,1%10,9%
ANTES DA SEPARAÇÃO DOS PRÉ-70

Fonte: Site da Petros. <http:www.petros.com.br>

CNPC aprofunda debates…

O Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) realizou reunião na manhã desta quinta-feira, 9 de abril, por videoconferência para debater as medidas emergenciais para enfrentar a pandemia de COVID-19. A reuniu de hoje serviu para aprofundar as discussões em torno aos principais itens que serão flexibilizados na legislação do setor, mas não chegou a aprovar as medidas. O encontro do Conselho terá continuação na próximo dia 14 de abril.

“Foram debatidos medidas relacionadas à suspensão temporária das contribuições normais exclusivamente para os planos de Contribuição Definida e Contribuição Variável, deixando de fora as contribuições extraordinárias e aquelas dos planos de Benefício Definido”, informou o Diretor Presidente da Abrapp, Luís Ricardo Martins.

Também esteve em discussão a possibilidade de resgate de 50% das contribuições extraordinárias aos planos e até 10% das reservas dos participantes que sofrerem redução salarial durante o período da pandemia. O CNPC analisou ainda a proposta de nova prorrogação de prazos para envio de informações para a Previc.

“São todos temas que exigem uma análise técnica mais complexa e aprofundada. O importante é que estamos avançando nos debates com um bom nível de diálogo com os integrantes do Conselho”, comentou Luís Ricardo. Ele explicou ainda que o CNPC deve aprovar a constituição de um Grupo de Trabalho para continuar com a análise de medidas excepcionais para enfrentar a crise, incluindo temas como as regras para cálculo e equacionamento de déficits, solvência e liquidez dos ativos.

Comunicado CNPC – A constituição do Grupo de Trabalho já estava previsto pelo comunicado enviado pelo Conselho durante esta semana. Além da formação do GT, o comunicado passou quatro orientações principais, que foram as seguintes: comunicação ampla, clara e direta com participantes, assistidos e patrocinadores; revisão e adequação da política de investimentos; renegociação e concessão de empréstimos a participantes; e uso de plataformas eletrônicas e documentos digitais para deliberações dos órgãos de governança das entidades.

A continuação da reunião do CNPC ficou marcada para a terça-feira, 14/04 às 10h.

Fonte: Abrapp – Alexandre Sammogini

Melhorias no Renova Petros!

Criamos um MENU SUPERIOR e um MENU PRINCIPAL para melhorar a visualização do blog.

Agora, no MENU SUPERIOR temos a Home, que é a página inicial, com as 3 (três) últimas publicações, as Publicações, que são separadas por categorias, a Linha do Tempo do PPSP, os Sites Interessantes e Sobre Nós com um currículo resumido dos Conselheiros Deliberativos eleitos, em 2019, José Roberto e Herval.


A novidade você poder ver na imagem logo abaixo!

Petros acompanha de perto aprovação do Novo PED

Publicada em 07/04/2020 10:29

As restrições adotadas em todo o país em função da pandemia do coronavírus afetaram o funcionamento de empresas e órgãos governamentais de todo o Brasil, assim ocorreu em outros países do mundo. Por isso, o processo de aprovação do Novo PED e da reestruturação dos regulamentos do PPSP-R e do PPSP-NR também foi impactado. Mas a Petros está acompanhando de perto o andamento da aprovação das novas regras pelos órgãos competentes.

No momento, o processo do Novo PED e da reestruturação dos dois planos está na Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), órgão supervisor da Petrobras. Em seguida, as mudanças seguirão para aprovação da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), que fiscaliza o setor.

A expectativa é que as aprovações de Sest e Previc saiam ainda neste mês e que a cobrança da nova alíquota de contribuição extraordinária seja implementada em maio. Com isso, novo regulamento entrará em vigor no dia em que a aprovação da Previc for publicada no Diário Oficial da União.

Lembrando que algumas alterações — cálculo dos benefícios, desvinculação do INSS e reajuste pelo IPCA — serão aplicadas apenas para participantes sem o chamado direito adquirido. Estes participantes são os atuais ativos que se aposentarão pelo INSS após a aprovação das alterações do regulamento pela Previc, assim como seus futuros pensionistas.

Conforme já comunicado, os participantes que podem se aposentar pelo INSS e querem garantir o direito adquirido na Petros devem solicitar o quanto antes o benefício à Previdência Social. Só terá direito adquirido o participante cuja data do início do benefício do INSS, registrada na carta de concessão, seja até o dia anterior ao da aprovação das alterações do regulamento pela Previc. Para saber mais sobre direito adquirido, clique aqui. E para saber mais sobre o Novo PED e a reestruturação do PPSP-R e do PPSP-NR, clique aqui e acesse o hotsite.

NOVO LAYOUT

Caros leitores, desejamos que tenham todos um bom domingo. Seremos breve nesse comunicado. Tivemos problemas de instabilidade no blog e resolvemos mudar. A “cara” do blog mudou, mas o conteúdo, para todos nós, será sempre o mais importante. Queremos levar informação com responsabilidade e de interesse a todos os participantes dos Planos Petros. Esse é o nosso principal objetivo.

Espero que gostem da nova roupagem.

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